quarta-feira, 5 de março de 2014

Nação Unidas criticam o Uruguai e os EUA

Resenha EB / Correio Braziliense
05 Mar 2014

O relatório anual do Órgão Internacional de Controle de Entorpecentes (OICS), divulgado ontem, ressaltou ontem a preocupação com "iniciativas equivocadas" relativas à legalização da maconha, numa crítica direta aos projetos recentemente aprovados no Uruguai e nos estados norte-americanos de Colorado e de Washington. O documento considera que as medidas adotadas afrontam convenções internacionais e, desta forma, são ilegais. Além disso, advertindo que a legalização da cannabis representa um grave perigo para a saúde pública.

A agência da Organização das Nações Unidas foi contundente em relação à lei uruguaia, que trata da produção, venda e consumo de maconha com fins não-médicos no país. A OICS detecta uma "perigosa tendência" na legislação. Sancionada em dezembro de 2013 pelo presidente José Mujica, a lei regula a produção e a venda de maconha sob autorização do Estado, numa iniciativa sem precedentes no mundo.

A agência da ONU também lamentou profundamente que os estados do Colorado e de Washington tenham aprovado a posse de pequenas quantidades de maconha. No primeiro, a lei já está em vigor desde o início de janeiro. A expectativa é que a partir do segundo trimestre passe a valer também em Washington.

O relatório destaca que o Colorado já percebe consequências, como a elevação do número de acidentes de carro envolvendo motoristas que consumiram a droga. A agência pede ao governo de Barack Obama que "atente para que as convenções sejam plenamente respeitadas em todo o território americano".

O relatório alertou ainda sobre o aumento do consumo abusivo de medicamentos vendidos com prescrição médica, assinalando que isso representa uma ameaça crescente para a saúde pública. Segundo o levantamento, esse comportamento vem sendo registrado em todas as regiões do mundo, mas atinge os Estados Unidos em particular. Em alguns países, a ingestão de remédios supera a taxa de consumo de drogas ilícitas.
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